We Miss You – Remember an old friend

9 de julho de 2011 § Deixe um comentário

Alguém que eu já não me lembro quem, tuitou o vídeo abaixo. Certamente a frase que chamava para o link era algo do tipo: “Remember an old friend. Lindooo! Vejam!” Era isso ou algo parecido.

Abri, deixei carregando. A internet do apê está bem ruim esses dias, então até esse mínimo vídeo carregar, deu tempo de fazer um monte de coisas, deixar o notebook dormindo e ir trabalhar. Não assisti o vídeo na mesma hora.

Fui, voltei, saí, voltei. Sexta feira a noite. Eu sou uma pessoa que tem amigos longe. Sempre tive, pois tenho uma parte da família carioca, outra mineira e sempre morei lá e cá. Repito, numa sexta feira a noite, eu, nessas condições indo assistir um vídeo que se chama We Miss You.

Entrei numa de ser um filme sobre amizades verdadeiras e distantes. Comecei a pesar o quanto eu poderia estar afastadas dos mineiros, será que sou uma boa amig…. Play.

Taí, natureza. Quem apostava? Era minha última opção.

Fui criança urbana, criada no Rio e mesmo com a outra parte da família no interioR, nunca fui de fazendas ou afins. Outro dia perguntei pro Lucas como era um pé de tomate, pois nunca tinha visto. (É…)

Enfim, taí, natureza. Essa amiga verdadeira que eu tenho tão pertinho de mim, quando acordo e venho para a sala do apê. Nos dias de céu azul, sou presenteada com uma vista de azul com verde – das folhas de uma imensa árvore que fica na frente do meu prédio. É bonito e eu sei que isso é o mínimo do mínimo de natureza.

Natureza que me fornece o manjericão fresquinho e natural que a Paula resolveu plantar (mais um pouquinho de mínimo). Natureza que me desafiou a conhecer as trilhas do horto (tem um mini-post no Nosso Apê sobre isso).

Natureza. Nunca fomos tão íntimas, mas sei que você sempre estará aqui pra mim. Se eu cuidar de você.

 

Passo 1

12 de abril de 2011 § Deixe um comentário

Lixar a ripa de madeira!

E esse vai ser meu primeiro projeto autoral-funcional para o apartamento. :)

Há mais ou menos 1 ano, meus avós doaram uma ripa de madeira que poderia servir de porta-chaves, bolsas ou afim. O negócio é enorme, antigo e já tava com a pintura meio danificada.

Então, resolvemos colocar um cabideiro para bolsas mais delicado na sala – que ficava no meu quarto na casa dos meus avós e o cabideiro grandão ficou dentro do apartamento, perto do banheiro e acomodava toalhas de banho pós e pré uso.

Fato é que um dia um prego caiu da parede e o cabideiro enorme teve que sair da parede. Ele ficou jogado num canto por uns bons meses e eu resolvi deixar ele mais a vista há umas semanas pra me lembrar que ele precisava de um carinho especial.

Hoje, com grande incentivo de Paula Bianchi (amiga e moradora do apê), comprei lixas e tinta spray e dei o primeiro passo! Com a ajuda dela, lixamos o cabideiro, que agora virou uma ripa de madeira, e amanhã irei pintá-lo.

Mas por que não pinta hoje?

Achamos melhor passar um paninho úmido na ripa para tirar a poeira que ficou depois que ela foi lixada. E agora ela está lá secando.

Nem me lembrei de tirar fotos do ANTES, mas prometo divulgar em imagens o projeto aqui.

Agradecimentos imensos à Paula Bianchi (@pbbianchi – http://www.maisumpalimpsesto.blogspot.com )

***

Adoro fazer as coisas em equipe.


 

Doing – or not – it Myself

10 de abril de 2011 § 2 Comentários

Eu queria ser mais fazedora de coisas, sabe? Queria ser mais Do it Myself. Ter um quarto cheio de coisas que eu mesma produzi. Ter na sala do meu apartamento compartilhado umas obras de arte autorais-funcionais (explico: lugar para colocar o recarregador de bateria dos celulares, notebooks…).

Já pensei, já planejei… Essa coisa de guardar os carregadores poderia ser feita com caixas de feira, talvez. Se existissem dessas caixas em tamanhos um pouco menores, seria melhor ainda. Pintadas, coloridas, poderiam ocupar um lugar inusitado na sala e ainda servir de apoio para alguma coisa (a impressora, por exemplo). Ou fazer as vezes de mesinha para copos, pratos…

Fazer isso é muito bacana, eu sei! Envolve ir até a feira, pegar um caixote, comprar tintas, pintar, esperar secar, achar um lugar perfeito na sala (embora ache agora que esse deva ser o primeiro passo) e voilá!

Também envolve gastar uma grana, acordar muito cedo para conseguir caixotes bons das feiras, disposição, inspiração… E como tudo nessa vida, estou com dois lados da situação. Dessa vez, priorizando o que me acomoda.

Posso guardar dinheiro, dormir mais cedo, selecionar boas músicas, aproveitar o resto do dia depois da maneira que eu quiser e ainda ter a satisfação de ter feito algo que eu inventei.

Ok. Agendado. (nããão… postergado, não. procrastinado, também não. Deixa “agendado”. Faz parte dessa cabeça planejadora. Está na mente. E agora anotado aqui. Vou fazer! :)

**

Hoje é domingo e construí este espaço aqui pra mim. Já estava “locado” há bastante tempo, como você pode perceber pela data do post anterior. Mas só hoje resolvi tirar a poeira e decorar um pouquinho. Também joguei uns colchões no chão para uma estadia desconfortável que me obrigue a sempre olhar pra cá com um pouco de… “eu posso melhorar aquele link e vou fazer agora!

Satisfação, então aqui está você! Fiz um trabalho completo! Aluguei, arrumei e produzi aqui dentro! =)))

É isso. Buscar mais satisfações para mim mesmo.

O inferno são os outros.

Onde estou?

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